segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Manifestantes detidos conhecem sanções e Governo vai usar orelhas de burro

Os jovens que foram detidos durante a manifestação à porta de Assembleia da República, no passado sábado, já conhecem as sanções que vão sofrer. Os visados terão que cumprir trabalho comunitário, não reincidir em violência em manifestações populares/desportivas e escrever um pedido de desculpas oficial aos polícias e demais manifestantes. Passos Coelho, Paulo Portas e alguns membros do Governo também receberam a notificação relativa às sanções aplicadas pelas confusões políticas que acontecerem na última semana. O primeiro-ministro vai ter que escrever 200 vezes a frase "Coelhinho, se eu fosse como tu, pegava na austeridade e metia-a no..." e finalizar a 200.ª com a palavra "coelhinho". O Ministro dos Negócios Estrangeiros terá que ficar no canto do Plenário do Parlamento virado para a parede com umas orelhas de burro e uma t-shirt com o Yellow Submarine dos Beatles estampado nas costas. Miguel Relvas é outro dos castigados e terá que levar dez palmadas em cada mão com uma menina de cinco olhos, enquanto responde a dez perguntas sobre Ciência Política e Relações Internacionais. Cada resposta errada dá direito a mais dez palmadas. É previsível que Relvas leve 120 palmadas em cada mão.

PSD vai reunir os órgãos do partido para ganhar receita extra no mercado negro



Na sequência dos acontecimentos do último fim-de-semana, o PSD vai reunir os órgãos principais do partido. Para além de se prever mais debate sobre a situação do país, Passos Coelho afirma que o partido vai "tentar gerar receitas extraordinárias no mercado do tráfico de órgãos humanos". O primeiro-ministrou não hesitou em afirmar que não volta atrás com a medida e que "pode ser duro perder órgãos importantes para o corpo, mas que os sacrifícios têm que ser feitos pelo futuro de Portugal". Instado a quantificar a dimensão dos cortes, Passos disse que serão "o mais pequenos possível, feitos com bisturi e prontamente suturados, em condições de higiene e anestesia adequadas, ainda que possa haver alguns a sangue frio, em caso de maior necessidade". O chefe do Executivo não se mostra preocupado com o futuro dos dadores, porque "viver com menos um rim não é assim tão problemático" e que "ele próprio já não tem toma... testículos". "Viver sem coração, já vivemos e agimos bem sem ele; sem estômago pode não ser mau, pois assim o nosso partido deixa de levar socos nele", acrescentou. O PSD pretende que esta decisão sirva para estimular a população a fazer o mesmo

José Manuel Rodrigues deixa o Parlamento para atirar cerveja contra Jardim



José Manuel Rodrigues decidiu cessar funções como deputado da AR. O dirigente do CDS invocou razões "nacionais e regionais", ao não concordar com as medidas anunciadas pelo Governo para o próximo Orçamento de Estado e por querer preparar as eleições regionais de 2015. Rodrigues pretende que Alberto João Jardim deixe o governo regional da Madeira. Para dar continuidade a esta intenção, o vice-presidente do Partido Popular foi encontrado a comprar cerveja Coral no supermercado e confidenciou que esta se destina a "atingir Jardim, de cima a baixo". A escolha de Coral é óbvia, dado que "é importante ajudar a economia da Madeira e comprar produtos lá fabricados", ainda que "prefira a Super Bock, sobretudo a mini". "A Coral é mais para arremesso, porque sabe a ranço".

Portas não "bloqueou" aumento da TSU para não ser comparado à EMEL



Paulo Portas afirmou hoje que não quis "bloquear" a medida do Governo que prevê o aumento da Taxa Social Única. O líder do CDS denotou ser contra a medida, mas poupou o Governo de uma crise política e de "chatices com bloqueamentos". O centrista lembrou que "ninguém gosta de ser bloqueado", pois "é o cabo dos trabalhos; acha que quero ser odiado como fazem com os funcionários da EMEL?". Mas, tal como os parquímetros, o Ministro dos Negócios Estrangeiros também dá um prazo a Passos Coelho, dizendo que este "não pode abusar da forma que quer" e que a qualquer momento lhe coloca "um bloqueador amarelo nas pernas e um aviso de bloqueio colado na boca". Portas chegou ainda a ameaçar o chefe do Executivo, referindo que conhece "diversos arrumadores de personalidade danada, que podem muito bem riscar os fatos, gravatas e a cara do senhor primeiro-ministro" se este não "se meter a pau".

domingo, 16 de setembro de 2012

João Jardim não sai da presidência da Madeira por "decoro pessoal"



Alberto João Jardim disse aos jornalistas que ainda não deixou de ser presidente da Região Autónoma da Madeira por "decoro pessoal". As declarações surgem após o social-democrata ter dito que não foi a uma das manifestações de ontem por "decoro institucional". Jardim foi confrontado pelos jornalistas em relação ao primeiro assunto e disse que "parecendo que não, dá jeito ter uma vidinha assim na política, num arquipélago bonito e atractivo no meio do Atlântico". O líder madeirense, bem ao seu estilo, deixou um recado aos "filhos da puta, para não lhes chamar bastardos" que se manifestam contra os 34 anos que leva no cargo. Finalizou dizendo que lhe chamam "ditador" e garantiu que "isso não é verdade e os que dizem essa obscenidade já cá nem estão na Madeira, porque foram-se embora. Não fui eu que os mandei embora, percebeu? Jamais o faria".

Sporting cai no "Caldeirão" e Carochinha pede o divórcio de Sá Pinto



O Sporting voltou a perder pontos no campeonato nacional de futebol. Desta feita, no jogo em atraso da terceira jornada, os leões empataram com o Marítimo, no "Caldeirão", Estádio dos Barreiros. Este deslize deixou a Carochinha à beira de um ataque de nervos. Ricardo Sá Pinto, treinador do Sporting e esposo da Carochinha vive momentos complicados, profissional e conjugalmente. A Carochinha já fez saber que não suporta mais uma histórias com caldeirões, após ter ficado viúva de João Ratão que morreu, precisamente, por cair num caldeirão. O divórcio está pedido e a pequena barata está a sofrer com uma grande depressão, segundo fonte próxima do insecto, que não quis ser identificada.

Primeiro-ministro reduz número de viaturas... baratas



O gabinete do primeiro-ministro reduziu o número da sua frota automóvel. O número actual é de 22 viaturas, número que contrasta com as 35 que existiam no início da legislatura. Apesar de parecer uma redução significativa e adequada aos esforços de contenção e redução de despesa, a verdade é que não é bem assim. Quando a coligação PSD/CDS chegou ao Governo, existiam 35 viaturas, repartidas da seguinte forma: cinco Audi A8 de luxo, cinco Volkswagen Phaeton V10, um Mercedes Classe S topo-de-gama, nove Opel Vectra, dez Smart ForTwo e cinco Renault Megane. Actualmente existem dez Audi A8 de luxo, nove Volkswagen Phaeton V10, um Mercedes Classe S topo-de-gama, um Porsche Panamera 4S e um Ferrari 458 Spider. É, inequivocamente, de aplaudir o esforço de redução do número de viaturas "em conta" feito pelo gabinete do primeiro-ministro. A aquisição dos novos automóveis deve servir para conseguir escapar com mais rapidez e eficácia a protestos e situações indesejadas que surjam na vida do primeiro-ministro e do seu gabinete.